Tradução técnica para benefícios reais
O TEF (Transferência Eletrônica de Fundos) é a integração direta do sistema de automação com a maquininha de cartão (PIN pad).
No modelo TS (Terminal Service), o sistema não roda localmente na máquina do caixa, mas sim em um servidor remoto de alta performance.
Essa arquitetura é estratégica porque centraliza o processamento e reduz o impacto de fatores de rede que podem afetar a performance da operação no caixa. Como o processamento acontece no servidor, a comunicação entre venda e pagamento ocorre de forma mais estável e fluida, mesmo em ambientes com infraestrutura de rede limitada.
Gatilho mental: Agilidade no atendimento. O cliente final não precisa esperar na fila por causa de lentidão no sistema.
No modelo 3 Camadas, a comunicação precisa passar por diferentes etapas (estação → servidor → banco de dados). Esse modelo é mais sensível à latência da internet (ping) — que é o tempo que um dado leva para ir do dispositivo até o servidor e retornar.
Mesmo em conexões com alta velocidade de download, uma latência elevada pode causar atrasos na resposta do sistema e degradação de performance.
No modelo TS, como o processamento ocorre centralizado no servidor, esse impacto é significativamente reduzido, proporcionando maior fluidez na operação e ganho relevante de performance em comparação ao modelo 3 camadas.
Palavra-chave: Estabilidade.
Como transformar o "não" em oportunidade
"Já uso o modelo 3 camadas e funciona. Por que mudar?"
Resposta: O modelo 3 camadas funciona, mas ele pode sofrer mais impacto da latência da rede, especialmente em operações de frente de caixa que exigem resposta rápida.
O TEF no TS melhora a fluidez da operação, reduzindo esse impacto e garantindo um processo de venda e pagamento mais estável, principalmente em momentos de pico no atendimento.
"Preciso comprar licenças extras da Microsoft?"
Resposta: Para utilizar o ambiente de servidor TS, a Microsoft exige licenças específicas de acesso (CALs).
Porém, se o cliente já utiliza outros módulos do sistema via TS, é possível que essas licenças já estejam disponíveis no ambiente.
Estratégia: Verificar com o time de TI do cliente se ele já possui licenças de Terminal Service ativas.
Por que nossa solução é superior
Em alguns estados, como o Rio Grande do Sul, o uso de maquininhas separadas do sistema (POS não integrado) pode gerar restrições fiscais. A integração via TEF garante maior conformidade e automação da operação.
Desenvolvemos uma tecnologia que permite o compartilhamento e gerenciamento centralizado dos PIN pads através do servidor TS.
O equipamento físico continua na máquina do caixa, mas sua gestão passa a ser feita de forma centralizada no servidor, trazendo mais eficiência operacional e simplificação na administração do ambiente.
Checkout mais rápido e preciso A integração entre sistema e pagamento reduz o tempo de atendimento no caixa e elimina etapas manuais no processo de pagamento.
Conciliação financeira mais segura Como as informações de autorização são capturadas automaticamente via TEF, não há necessidade de digitação manual de valores.
Isso garante que o valor vendido seja exatamente o valor autorizado, evitando divergências de caixa e aumentando a confiabilidade da operação.
Justificativa de valor e condições
Atualmente, os projetos piloto estão sendo conduzidos considerando uma referência de até 4 horas de consultoria técnica por PDV (Ponto de Venda) — modelo que já é utilizado hoje em implantações similares.
Essas horas são utilizadas para garantir:
É necessário possuir quantidade suficiente de licenças TS (CALs) para suportar o uso simultâneo dos caixas. Não basta apenas possuir licenças — é fundamental que a quantidade seja compatível com o número de usuários/caixas que operarão ao mesmo tempo.
Recomendamos fortemente o uso de impressora de rede, sendo este o padrão homologado até o momento. Até o presente cenário, não há casos validados com impressoras locais funcionando no modelo TS.
Para novos clientes, é necessário que o cadastro do TEF esteja previamente finalizado junto ao time de PAY incluindo:
Esse é um pré-requisito essencial para viabilizar a ativação.
O servidor TS deve possuir instalados e habilitados:
Devem estar liberadas no firewall as seguintes portas para comunicação com o servidor D-TEF:
6600 / 6601 / 6800 / 6801 / 6808 / 7801 / 7805 / 7808 / 7173 / 7171 / 7225 / 7233 / 7239 / 7149 / 7039 / 7029 / 7211 / 7059 / 6810 / 1194 Intervalo adicional: 7000–8999
Também é necessária a liberação de acesso aos seguintes endereços:
Observação: as liberações acima ainda estão em validação final junto aos clientes piloto.